Vila Nova de S. Bento abre espaço de Galeria de Arte, com a Exposição Retrospectiva "Percurso 25.81.06" de Silvestre Raposo
domingo, abril 30, 2006
Galeria de Arte - Vila Nova de S.Bento
Vila Nova de S. Bento abre espaço de Galeria de Arte, com a Exposição Retrospectiva "Percurso 25.81.06" de Silvestre Raposo
quarta-feira, abril 12, 2006
Viva o 25 de Abril
Silvestre Raposo - Exposição Retrospectiva
segunda-feira, abril 03, 2006
segunda-feira, março 27, 2006
Novo Conto de Silvestre Raposo
sexta-feira, março 24, 2006
Diver(c)idades RTPi
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Realizações em 2006

Sala de Armas da Torre do Castelo-Moura. Foto de Silvestre Raposo
Realizações em 2006- Incluidas no Percurso de 25 anos, de 1981 a 2006
28 de Janeiro: Exposição de Fotografia "Encantos da luz" no espaço VOL em Serpa
9 de Fevereiro: Pintura de Silvestre Raposo, na apresentação de Poemas de Ylia Kazama em Galeria la Troje-Cuautitlan Izcalli- Mexico
22 de Fevereiro: A convite do Pintor Miguel de Hera e Sindicato de Professores da Grande Lisboa, falará sobre a obra exposta
Março: Exposição de Pintura "Os 4 elementos" Colectiva no Centro Cultural de Samora Correia
18 de Março: Edição/Lançamento, do seu Conto "Comboios do Sul" na Colectânea "Inquietação" da Editorial Minerva- Lisboa- Biblioteca Nacional
Abril: Editor Espanhol de Pontevedra- Galiza, edita o seu segundo livro de Poemas "Caminhos de Terra e Mar"
Abril: Pintura sua, será capa do livro " Pedras Negras" da escritora Mexicana Ylia Kazama
2 de Maio: Exposição Rectrospectiva de Silvestre Raposo, na Galeria de Arte, em Vila Nova S. Bento
14 de Julho: Exposição de Fotografias do seu livro "Moura- Contrastes de luz" na Galeria da Cuid'Arte- Moura
Outubro: Exposição Rectrospectiva em Moura
3 de Novembro: Participará no Encontro de Poetas da Galiza
Novembro: Exposição Rectrospectiva em Serpa
quarta-feira, novembro 30, 2005
curriculum
Silvestre Luis Varela RaposoNasceu em Vila Nova de S. Bento, concelho de Serpa, Distrito de Beja, Alentejo/ Portugal
Licenciado em Artes Plásticas Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Professor de Design Gráfico nas Pós Graduação do INUAF-Instituto Universitário Dom Afonso III em Loulé.
Foi membro do Conselho Pedagógico da Faculdade, e da Assembleia Geral da Universidade de Lisboa.
Comissário de inúmeras Exposições, foi Director das Galerias Municipais de Arte em Moura e Mourão, onde organizou e dirigiu mais de 80 Exposições.
Professor em vários Cursos Livres de Arte, nas áreas de Pintura, Desenho e Áudio Visuais e Formador pelo IEFP, tem participado em várias formações, nas áreas de História da Arte, Sociologia da Arte e Desenho e ainda na Formação Pedagógica de Formadores.
Autor de poemas editados no Vol. XI e Vol. XIII da Antologia “Poiesis”da Editorial Minerva de Lisboa.
Autor de dois Contos nas Colectâneas “Laços de Palavras” e “Inquietações” da Editorial Minerva de Lisboa.
Autor do livro de poemas sob o título “Nas margens do sonho” com prefácio de Urbano Tavares Rodrigues e introdução de Sérgio Sá.
Autor do livro de Fotografia “ Moura - Contrastes de luz”
Autor do Livro de Poemas “Caminhos de terra” em fase de lançamento.
Autor de Ensaio, em fase de acabamento, nas áreas de Estudos de Arte e Sociologia da Arte, onde aborda problemáticas da comunicação e linguagens, na Arte Contemporânea.
Autor, como Crítico, de textos sobre Obras de Arte e Obras Literárias, em várias páginas Web, e Jornais.
Sócio da Associação Portuguesa de Poetas; da Associação Cultural Cuid’Arte e membro do Grupo G90.
É Autor inúmeros trabalhos, de Pintura, Fotografia, Design e algumas Esculturas, de onde se destacam: o Painel de Pintura do Serviço de Finanças de Mourão, as telas da Caixa Agrícola de Aljustrel, as Peças Escultóricas dos “Prémios Salúquia às Artes” da Câmara Municipal de Moura e do “Prémio ao melhor aluno” do Instituto Universitário Dom Afonso III de Loulé, bem como, vários Logótipos e algumas Capas e ilustrações em livros.
Galardoado com alguns prémios, em Fotografia, Artes Plásticas e Design, participou em mais de 90 exposições individuais e colectivas.
Participa nas Páginas Web:
http://www.fotosensível.com/ e http://www.madrigal.blogsome.com/, e vem ainda referido em inúmeras outras, com mais predominâncias nas seguintes:
http://www.migueldhera.blogger.com.br/, http://www.miguedhera.no.sapo.pt/,
http://www.cm-beja.pt/, http://www.lusoamigos.planetaclix.pt/, www.poemar.com/andrisa, http://www.editorialminerva.com/, http://www.colombo.pt/, www.RVJ.pt/ensino, http://www.escultor.com.pt/, http://www.inuaf-studia.pt/, www.alternancia.no.sapo.pt/autores.
Cavalgada de Colombo em Sanlucar

Na foz do Rio Guadalquivir, encontada ao Atlantico, fica Sanlucar de Barrameda, lugar mítico de partida de Caravelas de Colombo, onde pelo Verão, se fazem corridas de Cavalos no imenso areal. Lugar para onde Goya se retirava. Pelo seu valor histórico, por Goya, pelo Mar, pelo Guadalquivir, por tudo isto, gosto de Sanlucar e, numa tarde de Verão, quando assistia a uma "Carrera de Caballos" e olhava o Sol no infinito a esconder-se no Oceano, recordei naquela paisagem as Caravelas.
Daí nasce esta Pintura da "Carrera" e sobre ela, em Desenho, tal como fantamas do passado, surgem as Caravelas.
É o meu abraço a Goya.
Silvestre Raposo
Tua Mão
quando a angustia
me tomava
e a dor me prendia,
toquei tua mão.
…achei-te
…perdi-me
…encontrei-me
Encontrei em tua mão
a alegria de ver
…nova ilusão,
por outra vida viver
…outra razão,
sem o sonho perder,
numa tarde de Verão
encontrei tua mão.
Do livro "Caminhos de terra" de Silvestre Raposo
terça-feira, novembro 29, 2005
25 anos do 25 de Abril em Paris
segunda-feira, novembro 28, 2005
Testamento
Não fui "moço de recados"
De frente peguei a vida
Vi o bem
Vi o mal
Vi luxúria e traição.
Vi um amor sincero,
maior que o mundo,
caber na palma da mão.
Fiz poemas
Pintei quadros
Escrevi livros
Aprisionei a ilusão
Amei e fui amado
Tive um sonho
na palma da mão.
Levo em mim ao partir
a riqueza do que aprendi.
Deixo palavras
sem valerem "um tostão"
e sonhos que foram ilusão.
Deixo o amor
maior que o mundo
que me escapou
da palma da mão.
Poema de Silvestre Raposo
Amar-te
não ter palavras
e sentir o silêncio
ao encontrar-te.
Amar-te, é
ficar triste,
por sentires a dor
da distância
e não poder confortar-te.
Amar-te, é
compartir contigo
a felicidade ou a dor,
não pode ser aprisionar-te
Amar-te, é
ser capaz
de morrer por ti,
mas saber libertar-te
Amar-te, é
viver um sonho
a teu lado,
e ao nascer do dia
com beijos
Acordar-te.
Poema de Silvestre Raposo














